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Mercado de Rochas Ornamentais pronto para enfrentar o momento econômico, diz superintendente do Centrorochas, Olivia Tirello

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De acordo com a superintendente do Centro Brasileiro de Exportadores de Rochas Ornamentais, Olívia Tirello, o setor aprendeu muito com a crise de 2008, que afetou todo o mercado mundial e conseguiu estar melhor posicionado quando a economia mundial começou a se recuperar.

Agora quando a economia brasileira atravessa uma crise, o setor de rochas ornamentais tem mercados estáveis nos Estados Unidos e na Europa para colocar seus produtos. De acordo com a superintendente 60% do mercado americano de rochas ornamentais é suprido com material brasileiro.

Ela ressalta, no entanto, que devido à crise que paralisou o mercado de construção civil no Brasil, muitas empresas sem tradição em exportação buscaram clientes de forma atravessada em outros país e, sem experiência no mercado externo, acabaram contribuindo para a redução do preço do produto brasileiro em dólar, o que preocupa o setor.

Com relação à qualidade, Olivia Tirello diz que o Espírito Santo tem a melhor tecnologia no mundo para beneficiamento de rochas e o empresariado capixaba expandiu sua presença para outros estados, inclusive do nordeste, onde extrai a rocha que é beneficiada aqui no estado e exportada.

A superintendente conta que o preço alto do dólar é sempre um complicador, mas, que, no balanço das exportações de produtos e importações de insumos para o beneficiamento de rochas, a situação acaba equilibrada.

Quanto às perspectivas futuras o setor está realista e apesar da situação econômica delicada aposta em recuperação, inclusive fazendo investimentos.

O setor aguarda melhoria na logística do estado, especialmente em infraestrutura portuária.

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