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Ajuste Fiscal: Região Metropolitana pode ajudar prefeitos da Grande Vitória a gastar menos

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rmgv-gvnewsNeste Mercados & Negócios, o professor da UFES Rogério Zanon da Silveira fala como a Região Metropolitana da Grande Vitória pode ajudar os prefeitos a superar este momento da economia. Somando esforços e dividindo gastos, eles poderão prestar melhores serviços à população e garantir a saúde fiscal de seus municípios.
O professor Zanon escreveu uma tese de doutorado sobre as relações entre os agentes políticos envolvidos na gestão da RMGV que mostram como a personalidade e os interesses pessoais e políticos desses agentes interferem na consolidação da região.
Ele conversou com diversas pessoas envolvidas em discussões metropolitanas que dizem que sentimentos egoístas orientam muitas decisões e que é preciso que as pessoas sentem à mesa de negociação dispostas a ceder. Ele explica que a população poderia receber serviços melhores se estes fossem prestados de forma metropolitana: transporte, saúde, educação e segurança são os exemplos mais claros.
O professor Zanon argumenta também que a população não vive mais em seus municípios, mas na RMGV e que atitudes bairristas complicam a implantação de serviços metropolitanos. Informa que todos os dias 200 mil pessoas chegam a alguma grande metrópole no mundo e que, essas metrópoles irão definir o futuro. Portanto, é este pensamento que deve nortear a RMGV, como uma única e grande metrópole.

RMGV

Criada em 1995 pela Lei Complementar Estadual nº. 58/95, a Região Metropolitana (RM) da Grande Vitória é composta por sete municípios (Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Viana, Fundão e Guarapari) e possui área de 2.331 km².

Em 2010, a RM da Grande Vitória possuía um grau de urbanização de 98% e cerca de 48% da população estadual residia na RM. A população do município-núcleo da RM, Vitória, correspondia, em 2010, a 19% da população metropolitana. A taxa de crescimento da população da RM da Grande Vitória, entre 2000 e 2010, foi de 1,61% ao ano. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) na RM Em 2000, a RM da Grande Vitória apresentava IDHM igual a 0,678, situando-se na faixa de Médio Desenvolvimento Humano. Já em 2010, a RM apresentava IDHM de 0,772, passando para a faixa de Alto Desenvolvimento Humano. O IDHM Educação, em 2000, era 0,552, passando, em 2010, para 0,695. O IDHM Longevidade era de 0,779 e, em 2010, correspondeu a 0,848. Já o IDHM Renda era de 0,726, tendo passado para 0,782. Entre 2000 e 2010, a dimensão que mais evoluiu, em termos absolutos, foi a dimensão Educação, que registrou um aumento de 0,136.

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