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Presos fazem mudanças, obras e limpeza em prédios públicos

Presos fazem mudanças, obras e limpeza em prédios públicos

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Detentos trabalham no ES
Detento trabalha na pintura de calçada

Internos da Penitenciária Semiaberta de Cariacica (PSC) realizaram vários serviços como limpeza, reforma e construção em prédios da administração estadual nos últimos meses. O grupo é formado por detentos que possuem experiência na área da construção civil e também por aqueles que participaram de cursos de qualificação profissional ofertados pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e, com a oportunidade de trabalho, estão colocando em prática o que aprenderam em sala de aula.

Uma das obras que teve a participação dos internos foi a reforma do prédio onde são realizadas as audiências de custódia, no Complexo de Viana. Doze internos trabalharam na obra, que durou cerca de 45 dias. Foram construídas duas celas e reformadas salas, além de uma cozinha e dois banheiros.

Uma equipe de detentos também ajudou a fazer a mudança do Almoxarifado Central da Sejus, em Vitória. Ele funcionava em Jucutuquara e passou para o bairro Itararé. Os internos fizeram a limpeza total e a revitalização da área externa do almoxarifado, além da reforma e da adaptação do galpão, com execução de serviços de elétrica, hidráulica, pintura e construção civil.

Um grupo de cinco internos também realizou serviços de alvenaria e reforma, pintura, elétrica, montagem de divisórias, adaptação de salas e obras na cozinha da sede da Sejus, no Centro de Vitória. Dez internos também fizeram mudanças da sede administrativa do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases).

detentos obras_SejusAlém dos trabalhos para a própria Sejus, os detentos também atenderam a outras secretarias estaduais. Em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) foi feita a limpeza e a recuperação da área do Hospital Estadual Infantil de Vitória. Outros serviços como limpeza do Almoxarifado Central da Sesa e mudanças na sede administrativa também foram executados.  Com o trabalho, os internos garantem o benefício da remição da pena, abatendo um dia de pena a cada três trabalhados. Eles também recebem um salário mínimo como remuneração pelos serviços, conforme estabelecido pelo Programa de Pagamento ao Trabalhador Preso. O grupo de detentos é coordenado pela Diretoria de Engenharia e Arquitetura da Sejus. “Essa é uma atividade que permite aos internos exercer o aprendizado dos cursos e ganhar experiência para se reinserirem no mercado de trabalho após o cumprimento da pena. Além disso,  essa iniciativa gera economia aos cofres públicos”, explicou o subsecretário de Controle e Suporte da Sejus, Ailton Xavier.

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