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Famílias do Grand Parc não têm data para voltar pra casa e família de porteiro morto estuda processar construtora

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O corpo do porteiro Djair das Neves foi retirado dos escombros da área de lazer do condomínio Grand Parc, na Praia do Suá, em Vitória na madrugada desta quarta-feira.  Quase 24 horas após o desabamento. Apesar do Corpo de Bombeiros ter localizado o porteiro às 17h30m da terça (19) só na madrugada o trabalho de resgate foi concluído.

A área de lazer do condomínio Grand Parc desabou na madrugada de terça-feira causando muita destruição. Todas as três torres do empreendimento estão interditadas, mais de 160 famílias tiveram que deixar o prédio. Elas foram alojadas em dois hotéis da cidade pela empresa responsável pelo empreendimento, a Cyrella. A empresa responsável pela construção foi a Incortel. Em nota, tanto a Cyrella quanto a Incortel afirmam que estão apurando internamente as possíveis causas do desabamento e que estão colaborando integralmente com as autoridades locais.

Um perito contratado pelas empresas  está no ES para analisar os escombros e descobrir porque a área de lazer com piscinas, quadra de esportes e academia desabou sobre dois andares de garagens matando o porteiro Djair, ferindo quatro pessoas e destruindo dezenas de carros.

A Delegacia de Crimes contra a Vida irá investigar o desabamento.

Não há prazo para os moradores retornarem para seus apartamentos nem para a retirada dos escombros e reconstrução da área de lazer.

A família do porteiro Djair das Neves liberou o corpo do DML na manhã desta quarta (20) e estuda se vai ou não processar as responsáveis pelo empreendimento. Djair era porteiro do Grand Parc há três anos.