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Doação de Órgãos: informação é a chave para aumento de transplantes

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Entre janeiro e agosto de 2014 houve um aumento de 24% no número de transplantes no estado. Mas a fila de espera ainda é grande. Em agosto ainda existiam 833 pessoas à espera de doações de rins no Espírito Santo. Adauto Vieira, presidente da ONG Pró-Vidas que luta pelo aumento do número de doações de órgãos e de transplantes, diz que só a informação pode fazer com que as famílias doem os órgãos de parentes falecidos.
Doação de Órgãos
A doação de órgãos ou de tecidos é um ato pelo qual manifestamos a vontade de doar uma ou mais partes do nosso corpo para ajudar no tratamento de outras pessoas.
A doação pode ser de órgãos (rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão) ou de tecidos (córnea, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea e sangue de cordão umbilical). A doação de órgãos como o rim, parte do fígado e da medula óssea pode ser feita em vida.
Para a doação de órgãos de pessoas falecidas, somente após a confirmação do diagnóstico de morte encefálica. Tipicamente, são pessoas que sofreram um acidente que provocou traumatismo craniano (acidente com carro, moto, quedas etc.) ou sofreram acidente vascular cerebral (derrame) e evoluíram para morte encefálica.
Morte Encefálica
É a interrupção irreversível das atividades cerebrais, causada mais freqüentemente por traumatismo craniano, tumor ou derrame. Como o cérebro comanda todas as atividades do corpo, quando este morre, significa a morte do indivíduo.