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Procurando emprego, use a gentileza a seu favor

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Muita gente esquece que ser gentil abre portas. Raimundo lembra que um simples cumprimento pode ser a diferenças em conseguir ou não uma vaga no mercado de trabalho.

Quem sobe o Morro dos Alagoanos, em Vitória, logo ouve falar de um homem que fez os capixabas lembrarem da favela por outro motivo, que não seja o tráfico de drogas.

Lá no alto da comunidade, em uma casa amarela com duas janelas e três vasos na calçada, mora o Raimundo de Oliveira, de 67 anos, autodenominado “agitador cultural”.

Nascido em família simples do morro, Raimundo se dedica desde jovem à missão de divulgar a arte e a cultura na favela.

É ele quem produz uma das tradicionais festas da cidade, o Femusquim (Festival de Música de Botequim), que todos os anos leva para o morro shows de samba, bossa-nova e MPB, de artistas locais e nacionais.

Quando foi criado, em 1997, o Femusquim tinha apenas uma caixa de som no meio da rua. O festival cresceu e hoje em dia leva para o morro, nos dois dias de festa, um público de cerca de 3.000 pessoas.

Outra criação do Sr. Gentileza é a chamada #escadaria da gentileza#

Um dia passando por uma escadaria da região, percebeu  que ninguém o cumprimentava. Aí teve um estalo! Limpou o espaço, pintou e escreveu: “Sorria, dê bom dia, dê boa tarde, dê boa noite. Gentileza gera gentileza.” E o pessoal gostou, conforme conta no blog.

A gentileza causa tanto bem, que muitos males ela evita, como o estresse, o infarto e o cansaço mental.

Gentileza também já plantou árvores nas ladeiras do morro, montou um coral infantil, pintou muros e abriu uma biblioteca. Na maioria dos casos, as criações são custeadas com dinheiro do seu próprio bolso.

Fonte: Folha de São Paulo

O profeta gentileza

José Datrino, mais conhecido como Profeta gentileza (Cafelândia, 11 de abril de 1917 – Mirandópolis, 29 de maio de 1996)[1], foi uma personalidade urbana carioca, espécie de pregador, que se tornou conhecido por fazer inscrições peculiares sob um viaduto situado na Avenida Brasil, na zona portuária do Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba.[2]

 

“Gentileza gera gentileza” é sua frase mais conhecida.